
O dispositivo, composto de papel, reagentes químicos e tinta especial, consegue identificar níveis de glicose e proteínas na urina, em no máximo 30 minutos.
O resultado é mostrado em cores e pode ser enviado a um profissional habilitado por uma foto de celular, completando o ciclo de avaliação.
O resultado é mostrado em cores e pode ser enviado a um profissional habilitado por uma foto de celular, completando o ciclo de avaliação.
O mesmo procedimento pode ser aplicado a outras situações e tem princípios semelhantes aos dos testes de gravidez encontrados nas farmácias.
A técnica foi desenvolvida por um grupo de pesquisa da Universidade de Harvard, Estados Unidos, do qual o professor Emanuel Carrilho, do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP, faz parte.
A técnica foi desenvolvida por um grupo de pesquisa da Universidade de Harvard, Estados Unidos, do qual o professor Emanuel Carrilho, do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP, faz parte.
Foi ele que trouxe o método para o Brasil.
Os primeiros testes serão realizados na cidade de Santa Luzia do Itanhy, Sergipe.
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