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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Consumidor poderá devolver lâmpadas usadas às lojas

(Reprodução)
A Secretaria estadual do Ambiente (SEA) do Rio de Janeiro vai colocar em ação, agora em novembro, um plano piloto de reciclagem de lâmpadas fluorescentes.
Em parceria com a Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação (ABilumi), com a empresa Brasil Recicle e com a Fecomércio, o órgão estadual já decidiu que serão cinco pontos de coleta de lâmpadas: em Benfica, no Centro, em Jacarepaguá e dois na Zona Sul (locais ainda não definidos).
O objetivo da ação conjunta é cumprir o decreto estadual 5.131, de novembro de 2007, que tornou obrigatório que fabricantes, distribuidores, importadores, revendedores e comerciantes de lâmpadas fluorescentes do Estado do Rio coloquem a disposição dos consumidores, recipientes para a sua coleta, quando descartadas ou inutilizadas.
Nos pontos de coleta, as lâmpadas em fim de vida terão o mercúrio retirado e seus componentes reciclados.
No Brasil são consumidas cerca de 150 milhões de lâmpadas fluorescentes por ano.
Desse total, mais de 90% são descartadas em aterros sanitários, sem nenhum tipo de tratamento, contaminando o solo e a água com metais pesados.
Do blog Verde

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Esse Comercial é Demais‏!

"Água é preciosa demais para ser desperdiçada."
É preciso criar este conceito do não desperdício.
Muito bom.
(Recebido de um amigo, via e-mail)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Designer quer pôr 14 hectares de plantas no teto de 4.500 ônibus em Nova York

(Reprodução)
O designer Marco Antonio Castro Cosio mal terminou seu mestrado em telecomunicações interativas, na Universidade de Nova York, nos EUA, e já fez um plano ambicioso para mudar a paisagem da cidade.
Batizado de Bus Roots (algo como “raízes movidas por ônibus”), seu projeto pretende plantar 35 acres (cerca de 14,16 hectares) de plantas suculentas no teto de 4.500 ônibus da metrópole americana.
Segundo o site oficial da iniciativa, o objetivo é “recuperar espaços esquecidos, aumentar a qualidade de vida e fazer crescer a quantidade de espaços verdes na cidade”.
A ação também combateria o efeito da “ilha de calor” – no qual fatores como concentração de poluição, excesso de obras de concreto e carência de vegetais tornam a área urbana mais quente que o normal.
Em São Paulo, por exemplo, a diferença de temperaturas entre espaços urbanos e verdes pode chegar a 10ºC por causa desse “aquecimento local”.
A ideia de Castro Cosio conquistou o segundo lugar no concurso DesignWala Grand Idea Competition este ano.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Fotógrafo recebe prêmio por imagem do encontro entre beija-flor e víbora

(Reprodução)
O húngaro Bence Maté, de 25 anos, ganhou um dos prêmios de Fotografia de Meio Ambiente de 2010, distribuído pela organização inglesa CIWEM, na categoria "Mundo Natural", após captar a imagem acima, de um beija-flor encarando uma víbora verde, prestes a dar o bote.
Do G1

terça-feira, 31 de agosto de 2010

No Reino Unido, lixeiras especiais propoem reciclar ciclete usado

(Reprodução)

No Reino Unido, uma iniciativa do governo colocou diversas lixeiras específicas para chicletes em 12 diferentes cidades e se propoe a reciclar o material - seriam transformados em pneus, brinquedos infantis e capinhas para celulares.
(Reprodução)

Segundo estatísticas do governo, são gastos mais de USD 230 milhões para remover os chicletes grudados nas ruas da cidade, valor que poderia ser destinado a outras atividades com a reciclagem das gomas de mascar. Outro fato curioso é que as próprias Gumdrops, lixeiras específicas para o descarte de chicletes, são feitas com o material reciclado.
A dica é do The Red Ferret.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Carro que usa lixo como combustível chega a 183 km/h

(Reprodução)

Uma equipe de engenheiros britânicos criou o Bio-Bug, um carro ecológico que usa gás metano extraído de lixo orgânico e dejetos humanos como combustível.
O "Bio-Bug" é um New Beetle adaptado e pode alcançar uma velocidade máxima de 183 km/h.

O motor é híbrido e, além do gás metano, também deve ter gasolina no tanque.
Sua partida é feita usando gasolina e o gás metano só começa a ser consumido após o aquecimento do motor.

Segundo os engenheiros, os dejetos do esgoto de cerca de 70 casas são suficientes para abastecer o "Bio-Bug" por cerca de 17 mil quilômetros.
O biogás usado no veículo é produzido a partir de restos de alimento, lixo orgânico e fezes de animais.
Ainda em fase de protótipo, o Bio-Bug não tem data prevista para entrar no mercado.

A empresa GENeco, no entanto, já afirmou que irá modificar toda a frota da companhia para rodar com gás metano de dejetos humanos.

Leia mais

No site da Revista Galileu Matéria original, em inglês

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Mais de 9 mil latas e garrafas plásticas são arrecadadas em praias no Pará

(Reprodução/Divulgação/SEMA/PA)

A Secretaria de Meio Ambiente do Pará arrecadou 9.731 latinhas de alumínio e garrafas plásticas nas praias de Algodoal e Fortalezinha, no município de Maracanã (PA), durante uma ação no fim de semana.
Cerca de cem garrafas de vidro também foram entregues por veranistas e comerciantes nos postos localizados nas praias.
Os turistas que contribuíram com a entrega do material ganharam camisetas e bonés. Do G1

terça-feira, 27 de julho de 2010

Lagoa da Tijuca, no Rio de Janeiro, tem formação inusitada de algas

(Reprodução/Genilson Araújo/Parceiro/Agência O Globo)

Foto tirada na manhã desta terça-feira (27) mostra uma formação inusitada de algas na Lagoa da Tijuca, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, que lembra um ciclone.
Segundo o Inea (Instituto Estadual do Ambiente), as microalgas costumam proliferar quando o nível de degradação da lagoa sobe.

sábado, 24 de julho de 2010

Caixões biodegradáveis viram solução para problema funerário da China

(Foto: Reprodução/AF`P/Frederic J. Brown)

Urnas biodegradáveis criadas por uma empresa espanhola com base na China, serão a nova opção para os chineses enterrarem os corpos dos falecidos.
Treze duplas de operários fúnebres enterraram com suas próprias mãos em um cemitério da província nortista de Tianjin, 251 urnas ovais e fizeram submergir em água outras 30 com forma de flor de lótus.

O segredo destes caixões, fabricados com areia e proteínas naturais, é que não ocupam espaço, não poluem e não é necessário cortar árvores para fabricá-los, já que são biodegradáveis: os que são enterrados se desintegram em um período de seis a nove meses, e os que submergem em 45 minutos ou uma hora.
A cerimônia em massa, ou "enterro coletivo", nome dado pelos criadores desta ideia, os espanhóis Xavier Miquel e Tutti de Cominges, organizada na última terça-feira em Tiajin, é a quarta realizada pelo cemitério Yongan desde que contratou os serviços da
empresa Shengtai.
Assista à reportagem:

Fonte: EFE

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Poluição provoca morte de peixes, na Índia

(Reprodução/Reuters)

Peixes mortos são vistos nas águas do lago Jal Mahal, em Jaipur, Índia.
A morte foi provocada pela poluição das águas.

Jardins verticais mudam a paisagem de Londres

(Foto: Reprodução de vídeo/Tv Globo/JH)

A paisagem cinzenta de Londres está mudando.
Os jardins verticais estão cada vez mais planejados e criativos.

A novidade atraiu o interesse de empresas e de turistas.

(Assista à reportagem)

Fonte: Jornal Hoje

domingo, 18 de julho de 2010

Tempestade de Amazônia derrubou meio bilhão de árvores, diz estudo

Deu no Fantástico:
Pesquisadores brasileiros e americanos divulgaram, esta semana, um estudo sobre a maior tempestade já registrada na Floresta Amazônica - uma super-tempestade que teria derrubado meio bilhão de árvores.
O fenômeno aconteceu em 2005. E ainda hoje dá pra ver parte da destruição que ele provocou.
Esta semana, revistas científicas publicaram um estudo de pesquisadores brasileiros e americanos que prova que o impacto do temporal na floresta foi muito maior do que se podia se imaginar.
Em 16 de janeiro de 2005, nuvens de chuva formaram uma linha de tempestades de mais de mil quilômetros de comprimento, que começou a cruzar a Amazônia a partir da fronteira com a Bolívia, até o Oceano Atlântico.
As nuvens carregadas de chuva provocaram ventos fortes, responsáveis por um fenômeno destruidor.
O downburst é formado em nuvens altas, até 20 quilômetros da superfície.
Um vento forte e frio desce muito rápido, pode passar de 100 km/h.
Em 2005, na Amazônia, chegou a 140 km/h, uma velocidade nunca antes registrada na região, que seria suficiente para formar um tornado.
Assim que toca o chão, o vento sobe e causa a chamada explosão.
A força dos ventos é tanta, que pode até derrubar aviões.
Em 2003, uma aeronave saiu de São Luis, no Maranhão, em direção a Belém.
No caminho, o piloto se deparou com um downburst e o avião caiu.
O fenômeno também acontece em outras partes do Brasil e do mundo.
A diferença é que esse de 2005 na Amazônia foi muito maior.
Reuniu dezenas de tempestades alinhadas, que causaram estragos ao longo de três mil quilômetros.
Depois da tempestade, fotos de satélite mostraram clareiras em uma parte da floresta onde não há desmatamento causado pelo homem.
Os cientistas então ampliaram a análise para toda a área atingida pelo fenômeno: 2,5 milhões de quilômetros quadrados.
E afirmam: mais de 500 milhões de árvores caíram durante os três dias de tempestade na região.
Cinco anos depois, a floresta já fechou grande parte das clareiras.
Mas os vestígios da passagem do vendaval ainda estão por aqui.
Os ventos fortes derrubaram árvores que tinham até 40 metros de altura.
Aconteceu uma espécie de efeito dominó.
Uma árvore grande levou ao chão pelo menos outras 12 árvores menores.
A violência da queda foi tão grande que a árvore foi arrancada do chão.
Dá para ver que as raízes ficaram expostas.
A causa de um fenômeno tão extremo ainda está sendo estudada pelos pesquisadores. Mas o aumento da temperatura do planeta pode ter contribuído para a formação dos ventos.
Agora, se o homem não interferir, a recomposição da floresta será feita naturalmente. Em 20 anos não deve haver mais sinal das clareiras.
Assista ao vídeo da reportagem do Fantástico:

Fonte: Fantástico

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Tem até TV velha no lixo que vai para as Cataratas do Iguaçu

(Reprodução/Aniele Nascimento e Albari Rosa)

O Rio Iguaçu, famoso no mundo todo pelas cataratas, está em um estado lastimável.
É só ver pelas fotos deste post.
Em alguns trechos, principalmente na região das nascente, não há mais peixes.
As águas estão sujas com mau cheiro e lixo.
Uma das imagens (foto acima)flagra até uma carcaça de TV.
A foto foi feita na região de Curitiba, a 600 quilômetros de distância das cataratas.
Por isso, é pouco provável que esta TV consiga flutuar até Foz do Iguaçu.
Mas dá uma ideia do tipo de lixo que desce pelo rio antes de ele virar cartão postal.
(Reprodução/Aniele Nascimento e Albari Rosa )

O Rio Iguaçu, é segundo mais poluído do Brasil, depois do Tietê, segundo a Agência Nacional de Águas (ANA).
Cerca de 80% da poluição é gerada por esgoto doméstico e 20% por esgoto industrial(foto c/espumas).

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Empresa desenvolve ar-condicionado que funciona com gelo

(Reprodução)

Para economizar energia e combater o forte calor dos dias de verão, as empresas americanas Windsor e Ice Energy desenvolveram o “Ice Bear” (Urso do Gelo), um novo sistema de ar condicionado que utiliza gelo.
O equipamento funciona da seguinte maneira: durante a noite, quando o calor e a demanda por eletricidade é mais baixa, 450 galões de água são congelados em um tanque com isolamento térmico.

No dia seguinte, quando o gasto de energia é alto (meio-dia em diante) é esse enorme cubo de gelo que refresca os ambientes, à medida que o ar refrigerado é direcionado a eles.
O novo invento, vai ser instalado na cidade da California, nos EUA.
A capacidade de refrigeração é de cerca de seis horas; depois que o gelo está totalmente derretido, o ar-condicionado volta ao seu funcionamento normal.

De acordo com reportagem da revista Technology Review, a tecnologia pode cortar até 95% do consumo de energia de um prédio nas horas de pico dos dias mais quentes. Não há nenhum milagre científico no processo.

A economia de energia não chega a ser significante, a inovação é mesmo que a rede elétrica não se sobrecarrega e evita-se, assim, um possível apagão.
De qualquer forma, é um grande progresso no Estado da Califórnia, onde praticamente todos os prédios passam por esse problema.

O primeiro projeto de grande escala da Ice Energy será na cidade de Glendale, sul do estado.

Nas próximas semanas, o governo vai começar a instalar o equipamento em edifícios públicos da cidade; espera-se que em dois anos haja cerca de 1.500 deles espalhados pela região.

Por enquanto, podemos conhecer mais sobre o “Ice Bear” no site da empresa.
Do site da Revista Galileu

domingo, 16 de maio de 2010

Morte ecologicamente correta

(Reprodução)

Enterro ecológico dispensa o caixão de madeira

Segundo a empresa Green Burial Council, dedicada à promoção de enterros ecológicos, nos sepultamentos praticados nos EUA tradicionalmente são empregados a cada ano 82 mil toneladas de aço, 2,5 mil toneladas de bronze e cobre e 1,4 milhões de toneladas de cimento para manter os túmulos.
A alternativa mais ecológica de enterro é voltar à terra de forma mais natural, sem caixão nem embalsamamento, uma opção que, por enquanto, nos EUA só é possível em alguns poucos cemitérios.
Um enterro 'verde' também pode ser muito mais econômico para as finanças das pessoas próximas dos falecidos.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Aquífero Alter do Chão é o maior reservatório de água do planeta

Em nenhum outro lugar ela é tão farta.
Tirando as geleiras, um quinto da água doce existente no mundo está na Amazônia. Parece muito, mas os rios e lagos do lugar concentram só a parte visível desse tesouro.
Debaixo da terra existem lagos gigantes, de água potável, chamados aquíferos.
Até agora, o maior do planeta era o Guarani, que se espalha pelo Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai.
Mas, um grupo de pesquisadores acaba de revelar que o aquífero Alter do Chão, que se estende pelo Amazonas, Pará e Amapá, é quase duas vezes maior.
Num planeta ameaçado pelo aquecimento, o aquifero Alter do Chão é uma reserva estratégica.
Assista ao vídeo da reportagem:

Fonte: site do Jornal Hoje

domingo, 28 de março de 2010

Fotógrafo captura formas esculturais no gelo antártico

Durante uma expedição à Antártida, o fotógrafo americano Steven Kozlowski registrou imagens de esculturas de gelo formadas pela natureza na ponta de icebergs.
(Foto:Reprodução/Steven Kazlowski / Barcroft)
Fotógrafo americano percorreu de barco o oeste da Antártida para registrar as "esculturas".
Para fotografar as imensas "obras de arte" lapidadas pelos ventos polares, pela água e por temperaturas abaixo de zero no oeste da Antártida, Kozlowski navegou pela região à bordo de um barco a motor de 62 pés.
(Foto:Reprodução/Steven Kazlowski / Barcroft)
Steven Kazlowski se especializou em fotos de vida selvagem, em especial no Alasca.

Formado em biologia marinha, o fotógrafo de 40 anos abandonou a carreira acadêmica para se dedicar à fotografia selvagem, principalmente no Alasca.
(Foto:Reprodução/Steven Kazlowski / Barcroft)

As pontas dos icebergs antárticos são esculpidos pelo vento, pela água e pela temperatura abaixo de zero.
(Foto:Reprodução/Steven Kazlowski / Barcroft)

"É como se elas tivessem sido criadas por um mestre escultor", disse o fotógrafo.
(Foto:Reprodução/Steven Kazlowski / Barcroft)

Formado em biologia, ele abandonou a vida acadêmica para se dedicar à fotografia.
(Foto:Reprodução/Steven Kazlowski / Barcroft)

Formado em biologia, ele abandonou a vida acadêmica para se dedicar à fotografia.

De lá, ele já tirou material para diversos livros, tais como Os Ursos do Norte do Alasca, A Vida Selvagem do Norte do Alasca, e As Impressões da Vida Selvagem do Alasca (em tradução livre).

sábado, 27 de março de 2010

Carro da GM leva motorista bêbado para casa

(Foto: Reprodução/by Nir Elias/Reuters)
Além de dirigir sozinho, o EN-V é capaz de levar motoristas bêbados para casa e até conversar com outros veículos para desviar deles.
A GM (General Motors) apresentou na quarta-feira (24), em Xangai, na China, o EN-V (Veículo Elétrico em Rede), um carro elétrico com dois assentos e duas rodas que é capaz de levar o motorista bêbado para casa.
O veículo foi criado para conversar e desviar dos outros veículos e evitar acidentes e conta com GPS (sistema de posicionamento global), sistemas de comunicação de veículo a veículo e tecnologias anticolisão, que permitem o modo de direção automático.
No EN-V, o motorista pode até tirar as mãos do volante e fazer um bate-papo com amigos por meio de ferramentas de redes sociais, que são ativadas por Wi-Fi (redes sem fio).
A bateria íon-lítio do carro tem autonomia para 40 km e pode ser carregada em qualquer local que tenha uma tomada.
Do R7

quinta-feira, 25 de março de 2010

Os mestres naturais da camuflagem

Escondidos debaixo de lírios e misturando-se em seus próprios ambientes, os animais a seguir podem ser considerados os verdadeiros mestres do disfarce.
Os animais usam dois métodos básicos para esconder-se na natureza: a semelhança geral e a semelhança especial.
A semelhança natural usa as cores dos animais para mistura-los com seu habitat, de modo que eles ficam quase invisíveis.
A semelhança especial usa uma combinação de cores, forma e comportamento para ajudá-los a aparecer com seu habitat.
Confira alguns exemplos, a seguir:


Fotos: Reproduções

segunda-feira, 22 de março de 2010

Casa econômica serve como garagem de barco e refúgio de final de semana

(Foto: Reprodução/Pedro Vannucchi/Divulgação)

Uma casa integrada à natureza, que abrigasse um barco e servisse como morada de final de semana para um jovem casal de velejadores.
Essa foi a ideia sugerida pelos proprietários aos arquitetos Gabriel Grinspum e Mariana Simas para um terreno de 4 mil m² junto ao mar no Saco do Mamanguá, em Paraty (RJ).
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