segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Paul McCartney fala sobre seu novo album: Kisses at the bottom

(Foto: Reprodução de vídeo/print de tela/Fantástico)
Paul McCartney está de volta, e dessa vez com toda a elegância britânica que o transformou em Sir Paul McCartney. Depois de dois álbuns de músicas inéditas, o eterno Beatle está com um novo disco. O Fantástico encontrou Paul em Londres, onde ele falou sobre o novo trabalho. “Kisses on the bottom” é um mergulho profundo em grandes clássicos americanos que o músico ouvia quando era criança.
Quando eu era um garotinho em Liverpool, o maior evento do ano era a festa de réveillon. Sempre havia alguém que tocava piano, e as pessoas ficavam em volta cantando. Meu pai era um dos pianistas e eu cantava junto”, conta Paul McCartney.
São releituras de canções das décadas de 1930 e 1940, como “Bye, bye Blackbird”, sucesso na voz de Dean Martin.
Os sons dos Beatles são baseadas nessas canções, porque John e eu crescemos ouvindo essas músicas. Quando começamos a compor, mesmo sendo rock and roll, nós tínhamos todas essas ideias em mente. Por exemplo, ‘Here, there and everywhere’”. Ela lembra essas canções antigas”, diz Paul McCartney.
Com gravações em Nova York, Londres e no lendário Capitol Studios, em Los Angeles, o disco tem um reforço de luxo ao piano. A canadense Diana Krall colaborou nos arranjos.
O novo disco tem ainda duas composições inéditas de Paul: “My Valentine” conta com a participação do guitarrista Eric Clapton. Clapton é um velho conhecido dos Beatles. Foi ele quem fez o solo na belíssima “While my guitar gently weeps”, escrita por George Harrison. A outra inédita é com Stevie Wonder, reeditando a parceria de 30 anos atrás, com “Ebony and ivory”. Stevie registra agora sua famosa gaita em “Only our hearts”.
Quando perguntado se essas músicas são aquelas que Paul gosta, por exemplo, de cantar em casa ou no chuveiro, o ex-Beatle responde: “Você sabe: a gente pode fazer o que quiser no chuveiro”, brinca.
Mas, cantando no chuveiro ou não, o que Paul gosta mesmo é do palco, como os brasileiros puderam conferir em São Paulo e no Rio de Janeiro. Recentemente, ele criticou quem usa playbacks nos shows ao vivo. “As pessoas pagam para ver um show, não para ouvir um uma gravação”, defende.
Até porque, se for só pra ouvir o disco, é melhor seguir a dica de Paul de como ouvir seu novo álbum: “Eu acho que esse é o tipo de música em que você chega em casa do trabalho, senta, pega uma taça de vinho e relaxa”. Então, prepare-se para relaxar!
Fonte: Rede Globo/Fantástico

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